Mundo do esporte também vai ter de se adequar à LGPD.

selo-opiniao-artigos-dentro (1)

Por Renato Opice Blum e Shirly Wajsbrot, Conjur | 02.06.2020.

Há poucos meses do início da vigência da Lei Geral de Proteção de Dados brasileira (LGPD — Lei nº 13.709/2018), programada para agosto, as empresas dos mais variados setores buscam entender quais serão as adaptações necessárias, os riscos a correr e as possíveis penalidades.

As instituições ligadas à área esportiva não são exceção a essa regra. Assim, organizações como clubes sociais, e-commerce ou startups relacionados ao esporte, times, empresas de marketing esportivo, agenciamento de atletas, até organização de eventos, entre tantos outros, deverão buscar sua conformidade com a LGPD.

O mercado esportivo vem ganhando espaço como parte do mercado do entretenimento e tornando-se cada vez mais protagonista do surgimento de indústria especializada que explora desde materiais específicos para a prática esportiva, infraestrutura para o esporte, serviços dedicados à prática esportiva até às redes sociais. A variedade de esportes existentes e o momento atual global de incentivo à prática esportiva e cuidados com o corpo reverberam na criação de diversos outros nichos de mercado relacionados à área esportiva.

Leia na integra.

Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on whatsapp
WhatsApp