Lei 13.185/2015: diálogo e prevenção como principais instrumentos de combate ao bullying e cyberbullying
201603.15
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Lei 13.185/2015: diálogo e prevenção como principais instrumentos de combate ao bullying e cyberbullying

A Lei 13.185/2015, que entrou em vigor em fevereiro de 2016, institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (bullying) em todo o território nacional. Apesar dos efeitos nocivos do bullying, considerando a origem e reflexos da prática no ambiente escolar, e portanto, envolvimento de crianças e adolescentes, conceitualmente definidos pelo Estatuto da Criança e…

201601.07
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Responsabilidade civil e criminal das escolas, pais e alunos em casos de ilícitos cibernéticos

Para o Poder Judiciário a internet não constitui um campo novo de atuação, sobretudo, um diferente meio para realização de crimes igualmente praticados no mundo real. Tendo como porta de entrada as vulnerabilidades ou a falsa sensação de anonimato, crimes contra a honra (injúria, calúnia e difamação), extorsão, ameaças, pornografia infantil, racismo e muitos outros,…

201601.07
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Os perigos da exposição excessiva

O desejo de ser aceito é inerente ao ser humano e substancialmente importante para os jovens para com relação aos grupos populares do colégio, namorados(as) e/ou paqueras. Na atual sociedade digital, saindo da condição de criança para a adolescência (12, 13 anos), tenho observado, com o trabalho que venho realizando com a Nethics, que a…

201601.07
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Cyberbullying

O bullying pode ser resumido como o conjunto de atos de violência, física ou psicológica, perpetrado por repetidas vezes, por um ou mais indivíduos, com o objetivo de humilhar, intimidar e agredir outra pessoa sem lhe dar a possibilidade de se defender. O agressor se impõe, portanto, sobre o outro, buscando dominá-lo física e psicologicamente….

201601.07
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Brincadeiras Perigosas – Quando o barato representa risco de morte

Por Alessandra Borelli e Fabiana Vasconcelos As “brincadeiras” ou “desafios” de não-oxigenação, atividade desconhecida por pais, educadores e profissionais de saúde, tornam-se cada vez mais frequente entre crianças e jovens. Na única pesquisa existente no Brasil sobre a prática dessas “brincadeiras,” 49% das crianças e jovens entrevistados já experimentaram e podem ser praticantes (2015). Inicia-se…