Como burocracia e má-vontade barraram uma pesquisa promissora sobre coronavírus no brasil.

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Por Thais Lazzeri, The Intercept Brasil | 01.07.2020.

Quando terminou de desenvolver um sistema de alta tecnologia e baixo custo que pode aprimorar o atendimento a doentes de covid-19, o cientista de dados Felipe Soares vibrou ante a expectativa de testá-lo e contribuir com o combate à pandemia do novo coronavírus.

O sistema é parte da pesquisa dos dois doutorados que Soares cursa simultaneamente na Universidade de Sheffield, Inglaterra, e na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a UFRGS. No Reino Unido, a técnica já foi colocada a prova pelo Coronavirus Clinical Characterisation Consortium, um consórcio de pesquisadores em busca de respostas sobre a covid-19.

Um artigo preliminar sobre a pesquisa, publicado pelo brasileiro e seus colegas na revista eletrônica MedRxiv, foi pinçado como “hot topic of the day“, algo como a novidade importante do dia, pelo CDC dos Estados Unidos. Não é pouca coisa. O CDC é o Centro de Prevenção e Controle de Doenças, um dos principais braços do Departamento da Saúde americano. Mas nada disso foi capaz de superar a burocracia e o má-vontade brasileiras.

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