“Quando acontece um crime envolvendo uso do Pix, a vítima deve correr contra o tempo”, diz Renato Opice Blum

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SUSPENSÃO DO PIX | Após o aumento do número de crimes envolvendo uso do Pix, a Assembleia Legislativa de São Paulo recebeu um projeto que pede a suspensão do serviço de pagamento digital até a implementação das medidas de segurança divulgadas pelo Banco Central para a proteção do cidadão, estando, entre elas, o limite de R$ 1 mil para as transações noturnas, realizadas entre 20h e 6h.

O Procon-SP também solicitou ao Banco Central a suspensão do Pix até a adoção das novas funcionalidades, como forma de evitar aumento ainda maior nas ocorrências de sequestro relâmpago, roubo e outros crimes que envolvem o método de pagamento instantâneo.

Em entrevista ao jornal Band Notícias, da TV Bandeirantes, nosso chairman e sócio-fundador, Renato Opice Blum, afirmou que, quando acontece um crime desse tipo, a vítima deve correr contra o tempo. “Quando acontece o problema, o sujeito foi roubado ou furtado, o tempo é o grande elemento definidor do maior ou menor sucesso. É importante lembrar sempre de fazer o boletim de ocorrência para que as estatísticas sejam aprimoradas e, em hipótese de prisão do criminoso e apreensão do dispositivo, este seja devolvido para a vítima”, disse.

Assista aqui à entrevista na íntegra.

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