“A presença nesse novo ambiente deve ser moderada, respeitosa e técnica”, diz Renato Opice Blum sobre o metaverso

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METAVERSO | Países como Japão, Estados Unidos e integrantes do Reino Unido já estão investindo no metaverso, inclusive na advocacia, com escritórios instalados nesse outro universo. O metaverso consiste em uma tecnologia que cria um ambiente virtual, onde pessoas interagem por meio de avatares.

No Brasil, a realidade não é a mesma. Em entrevista ao Migalhas, nosso chairman e sócio-fundador, Renato Opice Blum, explicou que os advogados não podem abrir escritório no metaverso. De acordo com ele, uma decisão do TED (Tribunal de Ética e Disciplina) da OAB/SP, de 2007, impediu a criação de um escritório jurídico no “Second Life”.

No entanto, o advogado esclareceu que a decisão não impede que o profissional do Direito tenha presença no metaverso. “A presença nesse novo ambiente deve ser de forma moderada, respeitosa, técnica, dentro dos limites do provimento 205 e, por ser uma plataforma nova, toda cautela é bem-vinda”, ressaltou.

Opice Blum destacou, ainda, que, mais cedo ou mais tarde, os tribunais não só estarão aptos a compreender questões relacionadas ao metaverso, como estarão presentes nesse universo virtual.

Leia aqui a reportagem completa.

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